Em homenagem ao 20 de Julho – Dia do Amigo, posto esta carica que acabei de fazer a pedido do meu amigo bumeranguista Ricardo, dono da Bumerangue.com.


Em homenagem ao 20 de Julho – Dia do Amigo, posto esta carica que acabei de fazer a pedido do meu amigo bumeranguista Ricardo, dono da Bumerangue.com.


A Faculdade me ensinou muito coisa boa, mas também me ensinou a tomar cerveja, jogar truco e zoar os professores. E entre uma cerveja e outra, nós, da turma de Comunicação de 1994 da Universidade São Judas, fazíamos o Jornal d’Bar, um aprendiz de Pasquim que, entre outras coisas, tentava denunciar as mazelas da Reitoria da São Judas.
Abaixo, algumas tiras publicadas no Jornal d’Bar daquela época, mostrando a verdadeira face dos personagens que compunham aquele circo:
O Fatigatti, por exemplo, era um excelente professor de português. O problema é que a gente não conseguia conversar com ele por mais de 5 segundos, sem que ele fizesse uma correção em nosso vocabulário. “A nível de…” era o fim do mundo…

Tinha ainda outros professores que também eram folclóricos, como o Winck que ganhava muito para as aulas que dava, a Monica Rebeca e Sonia Lanza que não se desgrudavam e o Marcos Viana, um contador de histórias difíceis de acreditar. Assim surgiu o São Judas Book of Records, com os mais bizarros recordes…

E as aulas práticas na Ilha de Edição eram imperdíveis. Principalmente por causa de um gordinho barbudo mal humorado de quem não me lembro o nome…

Não sei como está a São Judas hoje, mas naquela época tinha uma capela e uma estátua do fundador Sr. Mesquita logo na entrada. Era divertido estudar lá. Desde que, claro, você não atrasasse no pagamento das mensalidades.
