Mudei a cara do blog..
mas para fazê-lo, precisei mudar também de endereço…
Portanto, agora o blog está aqui: www.bellapasta.com.br/blog

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Estes noivinhos para topo de bolo eu fiz para meus amigos Gabi e Paulo. Foi o primeiro trabalho totalmente em Biscuit, e aprendi muito durante a execução.





Trabalhar com biscuit exige um pouco de paciência, pois a peça precisa ser feita em partes e camadas. Se você tenta fazer toda a peça de uma só vez fica difícil, pois a massa é muito delicada. Pelo menos foi essa a conclusão que tirei ao fazer essa peça.
Para fazer um pé com sapato, por exemplo, primeiro você faz o pé, espera secar e então modela a parte superior do sapato sobre o pé, depois que a parte superior do sapato secar você faz o solado. E é assim em toda a peça, sempre esperando secar as camadas de baixo para depois modelar as camadas de cima.
Para fazer a moto, eu fui modelando as peças (lanternas, motor, rodas, retrovisores, etc) sepradamente e depois montei a monto colando as peças com cola branca, a mesma usada para fazer a massa de biscuit.
Para fazer esses noivinhos eu comprei massa pronta porque a quantidade é pouca, mas não é difícil fazer a massa. Aqui neste link tem uma receita bem elaborada para fazer massa de biscuit.

Esses cavalos, em EVA, foram feitos para a peça teatral “As Cinzas – A entrada triunfal de Giordano Bruno de Nola na cidade de Heliópolis”, escrita por Mauricio Piza e apresentada pelos amigos da Pró-Vida.
Foram produzidos no total 6 cavalos para representar uma Batalha entre Católicos X Cristãos que se passa na idade média.
Rough

Mock-up

Produto Final




Fotos da Peça







Sobre EVA
A borracha EVA é uma mistura de alta tecnologia de Etil, Vinil e Acetato.
Conhecido entre artesões e artistas como EVA, o Etil Vinil Acetato é aquela borracha não-tôxica que pode ser aplicada em diversas atividades artesanais.
As placas de E.V.A., são de grande versatilidade, laminados em diversas cores, espessuras, durezas e densidades.
Com o artesanato de EVA voce pode criar lindas gravuras para decorar capas de livros e cadernos, e até quadros para decorar diversos ambientes.
Para trabalhar com esse material emborrachado as ferramentas mais comuns são as tesouras, estiletes, colas e os que voce inventar, mas não se deve esquecer que o importante é a criatividade e o acabamento das peças.
fonte: http://www.fazfacil.com.br/artesanato/eva.html
Obrigado:
Agradeço a todos os integrantes da peça e amigos da Pró-vida pela oportunidade, especialmente àqueles que me ajudaram na produção dos cavalos.
Grande abraço a todos!

Trabalho prático do curso de video feito na DRC no ano passado. A proposta era gravar o quadro de um programa de variedades chamado Paty Papo. Patricia Mendes entrevista o psiquiatra Haroldo Valente, que fala sobre o medo, dá dicas aos telespectadores e garante já ter pleno controle e domínio sobre todos os seus medos e aflições. Será?

Há pouco tempo, eu usava os fantásticos disquetes de 1,44Mb para salvar meus arquivos, fazer back-up, etc. Aliás, meu computador ainda tem um drive desses, Um drive virgem, é verdade. Depois surgiu o CD e o DVD. Maravilha! A coisa evoluiu, aposentei os disquetes. Então veio a era dos pen-drives. Lembro-me da minha satisfação quando consegui comprar um de 256Mb por uns R$ 150,00. Parece que foi há muito tempo, mas tem pouco mais de 1 ano. Hoje, acabo de comprar, via Mercado Livre, esta belezinha de 8Gb por R$ 130,00. Agora, tudo que acumulei em CDs de música em toda a minha vida, praticamente cabe nesta coisa de pouco mais de 4 cm. Como diria o Cid Moreira: Não é fantástico!?


Nutro uma grande adoração por boas idéias, e quando elas vêm acompanhadas de um belo design, pronto: eu mordo a isca fácil. É o caso da Flexbike.
Não é novidade que a falta de espaço é um problema hoje em dia. Cada dia os apartamentos estão menores, os carros estão menores e os espaços para eles, idem. A partir desses problemas surgiu a oportunidade das bicicletas dobráveis. Uma flexbike dobrada se encaixa em muitos lugares onde você não colocaria um bike convencional: no porta malas do carro, por exemplo, ou embaixo da mesa do escritório, dentro da bolsa que acompanha o produto.
No quesito pedalagem, se é que existe esta palavra, também não perde pra nenhuma montain bike. Vem com câmbio Shimano de 6 marchas, o que é mais do que suficiente para uma bicicleta urbana. A propósito, pra que serve uma bicicleta com 350 marchas, se você só a usa para ir na padaria?
Ela resgata a praticidade das antigas monarks dobráveis, porém com muito mais facilidade de manuseio. Traz de volta também o aro 20, paralamas e bagageiro, o que lhe confere um design meio retrô, fazendo assim um misto de modernidade e nostalgia. E para os velhinhos da minha idade, que já não aguentam pedalar por muito tempo com a coluna curvada, o ajuste na altura do guidom também é uma atrativo.
Evidentemente, não custa o mesmo de uma bike convencional. Paguei 690 pilas, na PlanFitness (www.planfitness.com.br), em São Paulo. Se comparada às concorrentes diretas no mercado (na faixa de 1 a 3 mil reais), a Flexike tem um ótimo custo-benefício.

